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Luz mais barata: G9 Energy a 0,1348 €/kWh poupa 240€ por ano

A fatura da luz volta a estar nas conversas das famílias portuguesas — e há boas notícias para quem está farto de ver a EDP a sangrar a conta no fim do mês. O mercado livre da eletricidade entrou em maio com uma nova líder de preços, e a diferença para a média do setor é grande o suficiente para mudar o orçamento de qualquer casa.

A G9 Energy, do grupo G9 Telecom, oferece neste momento o kWh mais barato em Portugal continental — 0,1348 € na tarifa VANTAGEM+ Luz. Para um casal sem filhos, a poupança anual ronda os 102 euros. Numa família de quatro pessoas, sobem para os 240 euros por ano, ou 20 euros por mês a menos.

E o melhor é que, ao contrário do que muita gente pensa, mudar de fornecedor não corta a luz, não custa nada e demora menos do que trocar a operadora do telemóvel.

G9 Energy lidera em maio com 0,1348 € por kWh

A tarifa VANTAGEM+ Luz da G9 Energy ficou em primeiro lugar nas comparações de maio. O preço por kWh é o mais baixo do mercado livre, e a empresa não pede fidelização — o consumidor pode sair quando quiser, sem multas escondidas no contrato.

A G9 atua em todo o Portugal continental e faz parte de um grupo que já vende telecomunicações há vários anos. A fatura chega digital, com leitura mensal, e o débito direto funciona como em qualquer outro fornecedor.

Endesa, Plenitude e Goldenergy seguem na cola

A G9 não está sozinha na luta pelo cliente. Logo a seguir aparecem três fornecedores conhecidos, todos com tarifas competitivas para potências contratadas entre 3,45 kVA e 6,9 kVA:

  • Endesa — 0,1361 € por kWh
  • Plenitude — 0,1382 € por kWh
  • Goldenergy — 0,1399 € por kWh

Quem prefere ter luz e gás na mesma fatura encontra na Endesa Digital uma das tarifas duais mais agressivas do mercado em 2026, segundo as últimas comparações dos sites de poupança.

Mercado regulado: subida de 1% atinge 800 mil consumidores

Cerca de 800 mil portugueses continuam no mercado regulado, ligados à tarifa transitória da SU Eletricidade. Em 2026, a subida média ficou em 1% — abaixo da inflação, mas ainda assim mais cara do que as melhores ofertas do mercado livre.

Para muitos consumidores idosos, a mudança parece um passo grande. Mas a transferência é gratuita, e o serviço continua exatamente igual — a luz não pisca, o contador não muda. O que muda é só a empresa que envia a fatura.

Tarifa social mantém desconto de 33,8%

Quem tem rendimentos baixos ou recebe certos apoios sociais não fica de fora desta poupança. A tarifa social de energia mantém-se em 2026, com um desconto de 33,8% sobre os preços regulados.

Têm direito ao apoio os pensionistas com complemento solidário, beneficiários do RSI, do abono de família e do subsídio social de desemprego, entre outros. O pedido faz-se através do site da DGEG ou junto do fornecedor de eletricidade.

Diferença entre a oferta mais cara e a mais barata: 550 euros por ano

Os sites de comparação portugueses chegaram a um número que faz parar a leitura: a diferença entre a tarifa mais cara e a mais barata no mercado livre pode chegar aos 550 euros por ano para certos perfis de consumo.

É dinheiro que sai da carteira sem necessidade — sobretudo em casas com aquecimento elétrico, ar condicionado no verão, máquinas de lavar e secar a trabalhar várias vezes por semana.

O que verificar antes de mudar de fornecedor

Antes de assinar contrato novo, há quatro pontos que não devem escapar:

  • Potência contratada — confirme se está a pagar potência a mais. Muitas casas têm 6,9 kVA quando 4,6 kVA chega
  • Bi-horário ou simples — quem usa máquinas à noite e ao fim de semana poupa mais com tarifa bi-horária
  • Fidelização — fuja de contratos com permanência de 12 ou 24 meses
  • Termos do desconto — alguns fornecedores anunciam preço baixo só no primeiro ano

Como fazer a mudança em quatro passos

O processo é tão simples que muita gente desconfia. O novo fornecedor trata de tudo:

  1. Pedir uma simulação online com base no consumo dos últimos 12 meses (vem na fatura atual)
  2. Aceitar a proposta enviada por email
  3. Assinar o contrato digital com cartão de cidadão ou IBAN
  4. Esperar duas a três semanas até a nova fatura chegar

A luz nunca corta. O contador é o mesmo. A única coisa que muda é o nome no canto superior esquerdo da fatura — e o valor a pagar no fim do mês.

Maio é o mês ideal para mexer no contrato. As temperaturas estão amenas, o consumo é mais baixo e a fatura nova entra já com o desconto a tempo do verão, quando o ar condicionado começa a trabalhar a sério.

Fonte oficial: Comparamais — Eletricidade mais barata maio 2026

Estrangeiros levam 28% das casas em Portugal: Brasil lidera

Os dados saíram do Banco de Portugal e atiraram o mercado da habitação para o topo das conversas: 28% das casas vendidas em Portugal em 2025 foram parar a mãos estrangeiras. Quase uma em cada quatro escrituras esteve do outro lado da fronteira.

O número consta do Relatório de Estabilidade Financeira divulgado a 27 de maio de 2026 e confirma um padrão que já dura anos. Mais: o ticket médio destas compras é superior ao das transações feitas por portugueses, o que ajuda a explicar a corrida aos preços nas zonas mais procuradas.

O ranking de origens não traz grandes surpresas. Brasil, Angola e França lideram a lista de quem assina contratos no notário para guardar a chave de uma casa em território nacional.

Quase 1 em cada 4 escrituras: o peso real dos estrangeiros

O Banco de Portugal mostra que a proporção tem oscilado pouco desde 2019: ficou nos 25% nesse ano, subiu até ao máximo de 31% em 2023 e estabilizou agora nos 28%. Quem esperava uma travagem natural pode ir esquecendo.

Em paralelo, o preço mediano das casas em Portugal disparou 16,8% em 2025, para 2.076€/m² segundo o INE. Cruzando os dois números, percebe-se porque o ordenado médio português continua a perder corrida na hora de assinar o crédito habitação.

Brasil, Angola e França à frente — quem mais compra?

Os três primeiros lugares pertencem a comunidades com forte ligação histórica ao país. O Brasil reforçou nos últimos anos a presença em Lisboa, Setúbal e Cascais. Angola ganha terreno no Porto e em segmentos médio-altos. A França mantém-se forte no Algarve e na Madeira.

O Banco de Portugal não detalha o ranking por nacionalidade no relatório, mas as séries anteriores e os registos notariais apontam ainda para presença relevante de britânicos, alemães e norte-americanos, sobretudo a sul do Tejo.

Porque é que o valor médio é superior

Há três motivos que explicam esta diferença:

  • Tipologia procurada: apartamentos T3/T4 e moradias com piscina, em zonas litorais ou em bairros premium das duas grandes cidades.
  • Capacidade financeira: muitos compradores trazem capital próprio do país de origem e não dependem do crédito bancário português.
  • Vistos e residência: programas como o Visto D7 e o regime de residentes não habituais (em fase de transição) continuam a atrair quem chega com poupança feita.

O resultado é claro: nas mesmas freguesias onde uma família portuguesa hesita perante uma prestação de 900€, um comprador estrangeiro paga a pronto ou aceita o crédito mais caro sem pestanejar.

O alerta do Banco de Portugal

O relatório não fica pelos números. O regulador admite preocupação com a forte presença de capital externo e avisa para o risco de “uma redução abrupta e inesperada dos preços das casas” se as tensões geopolíticas se agravarem.

Por outras palavras: o mercado está esticado. Se Wall Street espirra ou se a guerra em qualquer ponto do globo aperta, os primeiros a vender são os investidores menos ligados ao território — e o efeito chega ao crédito que os bancos têm em carteira.

Crédito habitação vai ficar mais apertado

O governador do Banco de Portugal, Álvaro Santos Pereira, anunciou na mesma quarta-feira que vai propor regras mais exigentes no crédito habitação. A taxa de esforço máxima deve apertar e os critérios de avaliação dos clientes vão ficar mais rigorosos.

Quem está a pensar pedir crédito em 2026 deve correr ao simulador antes de o cenário mudar. As alterações ainda não têm data oficial, mas o caminho está traçado.

Lisboa, Porto e Algarve no centro do furacão

São estas as três zonas onde a procura estrangeira pesa mais no preço final. Em Lisboa, freguesias como Misericórdia, Santo António e Estrela contam com pesos de compradores externos acima da média nacional. No Porto, União das Freguesias do Centro Histórico e Bonfim seguem o mesmo padrão.

No Algarve, concelhos como Loulé, Lagos e Albufeira praticamente vivem do investimento externo. Há quem fale em “freguesias-dormitório de luxo”, onde a casa só ganha vida durante quatro meses por ano.

O que isto significa para quem vai comprar

Para o português que junta poupança há anos, a leitura é amarga. A concorrência não é só com o vizinho do lado: é com quem tem capital pronto a sair do Brasil ou de Paris. As soluções passam por procurar em concelhos limítrofes, negociar com calma e estar atento aos apoios em vigor — Porta 65, IRS Jovem e o Apoio Extraordinário à Renda continuam ativos.

Para quem está a vender, o cenário continua favorável. Os preços não dão sinal claro de descida, mas o aviso do Banco de Portugal pesa: ninguém sabe quanto tempo dura a festa.

A habitação em Portugal deixou de ser apenas um direito ou um sonho de família. Tornou-se um mercado global onde quem chega com mais dinheiro leva a chave para casa — e quem cá vive aprende a esperar.

Fonte: Comunicado do Banco de Portugal — Relatório de Estabilidade Financeira (maio 2026).

Anjo do Dia: o anjo dos que pedem cura — São Rafael

Nota pastoral: Não há “anjo da cura” oficialmente nomeado pela Igreja, mas a Tradição sempre reconheceu o Arcanjo São Rafael como protetor dos doentes e companheiro dos que pedem cura — desde o livro de Tobias. Hoje, no Evangelho do cego Bartimeu, evocamos Rafael ao lado do Anjo da Guarda.

O nome que cura

Rafael significa, em hebraico, “Deus cura”. No livro de Tobias, Rafael acompanha o jovem Tobias numa longa viagem, livrando-o de perigos, e finalmente devolve a vista ao seu pai cego. É por isso que a Igreja desde sempre o invoca como anjo dos doentes, dos peregrinos, dos noivos e dos que sofrem dos olhos.

Quando Bartimeu, no Evangelho de hoje, grita por Jesus a pedir vista, podemos imaginar que o seu anjo da guarda — talvez na companhia de Rafael — segurou-lhe a coragem para não desistir. Os que rezam por cura nunca rezam sozinhos.

Oração ao Anjo da Cura

Santo Anjo do Senhor,
São Rafael Arcanjo,
“Deus cura”,
intercede por todos os que sofrem hoje:
pelos doentes que aguardam diagnóstico,
pelos que perderam esperança,
pelos que cuidam sem descanso,
pelos que se sentem sozinhos no sofrimento.

Cobre com a tua luz as suas casas,
conforta as suas noites,
e leva ao trono de Deus
o seu silencioso grito de cura.

Amém.

Reflexão

Hoje, ao longo do dia, lembre-se de quem sabe que está doente — em casa, na família, nos amigos. Reze uma Ave-Maria por essa pessoa, em silêncio. A fé que não desiste tem anjos como cúmplices.


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Para aprofundar, consulte tambem Catecismo da Igreja Catolica — Anjos. A Igreja em Portugal e Roma oferecem materiais diarios de oracao e formacao.

Oração da Manhã: começar a quinta-feira a pedir luz

Hoje a Igreja recorda Bartimeu, o cego que gritou “Mestre, que eu veja!” — e foi atendido. Comece o dia com esse mesmo atrevimento santo: pedir.

Oração da Manhã

Bom dia, Senhor.
Acordo mais um dia, e a primeira palavra que Vos digo é simples:
“Que eu veja.”

Que eu veja onde Vos posso encontrar hoje
nas pessoas que me cruzarem o caminho.
Que eu veja as minhas próprias sombras
com humildade, sem desespero.
Que eu veja o bem,
mesmo quando o que pesa parece maior.

Acompanhai-me em cada passo deste dia.
Sustentai-me na palavra, no trabalho, no silêncio.
Que eu seja, para alguém,
uma pequena luz hoje.

Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.
Amém.

Para guardar no bolso

“A tua fé te salvou.” — Jesus a Bartimeu

Tenha hoje a coragem de pedir o que precisa. Sem vergonha. Sem rodeios. Deus pára por quem grita com fé.

Bom dia. Que esta quinta-feira lhe traga clareza e paz.


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Pré-escolar grátis aos 3 anos: matrícula fecha a 1 de junho

A inscrição no pré-escolar público fecha já a 1 de junho. E há uma novidade que muda o cenário para milhares de famílias: este é o primeiro ano em que todas as crianças que façam 3 anos têm direito garantido a um lugar gratuito.

A medida nasce da Lei n.º 22/2025, publicada em março, que tornou universal a educação pré-escolar a partir dos 3 anos. O Estado passa a ter o dever de oferecer rede suficiente — algo que antes só estava garantido a partir dos 4.

Se ainda não submeteu a candidatura, faltam poucos dias. A seguir explicamos tudo o que precisa de saber: quem tem direito, prazos, prioridades e como inscrever em três passos no Portal das Matrículas.

Quem tem direito ao pré-escolar grátis aos 3 anos

Têm direito a frequentar a rede pública gratuita todas as crianças que completem 3 anos até 15 de setembro de 2026. Ou seja, nascidas entre 16 de setembro de 2022 e 15 de setembro de 2023.

Quem faz 3 anos entre 16 de setembro e 31 de dezembro também pode candidatar-se, mas a admissão fica condicionada às vagas que sobrarem depois das crianças mais velhas.

A frequência mantém-se gratuita até à entrada no 1.º ciclo (aos 6 anos), nas componentes letiva e de apoio à família.

Prazo: 1 de junho é o limite

O período oficial de candidaturas decorre entre 22 de abril e 1 de junho de 2026. A data não admite prorrogação automática — quem submete fora do prazo entra para a lista de candidaturas extemporâneas e só é colocado se houver lugar livre depois.

O conselho de quem trabalha nas escolas é simples: não deixe para o último dia. O Portal das Matrículas costuma sobrecarregar nas horas finais.

Como se candidatar em três passos

O processo é 100% digital e faz-se no Portal das Matrículas (portaldasmatriculas.edu.gov.pt):

  1. Autenticação com Cartão de Cidadão, Chave Móvel Digital ou credenciais do Portal das Finanças.
  2. Preenchimento dos dados da criança, encarregado de educação e morada fiscal.
  3. Indicação de até cinco preferências de jardins-de-infância, por ordem de prioridade.

No fim, deve guardar o comprovativo. A escola colocada será comunicada no portal entre o final de junho e o início de julho.

Prioridades: quem entra primeiro

Se a procura ultrapassar as vagas, os agrupamentos seguem ordem fixa. Em primeiro lugar entram as crianças que façam 5 e 4 anos até 31 de dezembro. Em segundo lugar, as que completam 3 anos até 15 de setembro. Em terceiro, as candidaturas condicionais (3 anos entre setembro e dezembro).

Dentro de cada escalão pesam ainda a área de residência ou trabalho dos pais, ter irmãos a frequentar o mesmo agrupamento e a integração de necessidades específicas.

O que está em jogo: 42,5 milhões de euros

Para sustentar a universalidade aos 3 anos, o Governo previu um investimento de 42,5 milhões de euros repartido pelos anos letivos de 2025/2026 a 2027/2028. O dinheiro destina-se a abrir novas salas, contratar educadoras e contratualizar lugares na rede privada quando faltam vagas no público.

A medida insere-se também no programa Creche Feliz — que continua a garantir creche gratuita desde os zero anos para crianças nascidas a partir de 1 de setembro de 2021.

Não há vaga na sua freguesia? Veja a alternativa

Quando o Estado não tem resposta no público, a família passa a poder usar uma vaga na rede privada da mesma freguesia, com pagamento assumido pelo Ministério da Educação. A novidade é que o critério deixou de ser o concelho — é agora a freguesia de residência ou de trabalho.

Esta opção é especialmente útil em zonas urbanas com forte pressão, como Lisboa, Porto, Cascais ou Almada, onde a procura ultrapassa há anos a oferta pública.

Documentos que deve ter à mão

Antes de entrar no portal, prepare:

  • Cartão de Cidadão da criança e do encarregado de educação.
  • Comprovativo de morada fiscal atualizada no Portal das Finanças.
  • Comprovativo do escalão de abono de família.
  • Declaração da entidade patronal, se quiser candidatar-se pela área de trabalho.
  • Boletim de vacinas atualizado.

Com tudo digitalizado em PDF, a submissão demora menos de 15 minutos.

O pré-escolar deixou de ser uma escolha

Durante décadas, o jardim-de-infância foi tratado em Portugal como um apoio à família — e não como direito da criança. A nova lei muda essa lógica e aproxima o país da média europeia, onde a entrada aos 3 anos já é regra.

Para quem tem um filho prestes a fazer 3 anos, o recado é claro: a vaga existe, é gratuita e basta um clique. O que não se pode é falhar o prazo.

Fonte oficial: Direção-Geral da Educação — Lei n.º 22/2025 e Portal das Matrículas.

Evangelho do Dia (28/05): “Mestre, que eu veja” (Mc 10,46-52)

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Evangelho — São Marcos 10, 46-52

Naquele tempo, ao sair Jesus de Jericó com os discípulos e numerosa multidão, estava sentado à beira do caminho um cego chamado Bartimeu, filho de Timeu, a pedir esmola.

Ao ouvir dizer que era Jesus Nazareno, começou a gritar: «Jesus, Filho de David, tem compaixão de mim!»

Muitos repreendiam-no para que se calasse. Mas ele gritava ainda mais alto: «Filho de David, tem compaixão de mim!»

Jesus parou e disse: «Chamai-o.» […]

Jesus perguntou-lhe: «Que queres que Eu te faça?»
O cego respondeu: «Mestre, que eu veja.»
Jesus disse-lhe: «Vai, a tua fé te salvou.»
Ele recuperou imediatamente a vista e seguiu Jesus pelo caminho.

Palavra da Salvação.

Reflexão pastoral

Bartimeu é um dos personagens mais comoventes do Evangelho. Está à beira do caminho. Ninguém o vê. Pede esmola. E, quando ouve dizer que Jesus passa, não tem vergonha: grita.

Os outros tentam calá-lo. “Cala-te, incomodas.” Mas ele grita mais alto. E Jesus, no meio da multidão, pára.

“Que queres que Eu te faça?”

Reparem na pergunta de Jesus. Parece estranha — afinal, Bartimeu é cego. Mas Jesus não decide pelos outros. Pergunta. Quer ouvir o nome do desejo.

E Bartimeu sabe responder: “Mestre, que eu veja.”

Quantas vezes, na vida, não conseguimos formular o que queremos? Andamos no escuro, mas não pedimos a luz. Jesus quer que nomeiemos o nosso pedido. Não porque Ele não saiba — mas porque a oração começa quando dizemos a verdade ao Senhor.

Para a vida

Hoje, faça uma coisa que talvez pareça difícil: nomeie em voz alta uma graça que precisa. Pode ser cura, pode ser paciência, pode ser perdão, pode ser sentido. Diga simplesmente: “Senhor, que eu… [diga].”

E confie. Jesus parou por Bartimeu. Pára também por si.

Oração final

Mestre, que eu veja —
a verdade sobre mim,
o caminho que devo seguir,
os irmãos que tenho à minha frente.
Amém.


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São Germano de Paris: o bispo que libertava os escravos (28/05)

Hoje a Igreja celebra São Germano de Paris, bispo do século VI, conhecido pelo coração imenso para com os pobres, pela coragem em libertar escravos e pela vida austera de oração.

Quem foi

Nasceu por volta do ano 496, perto de Autun (França). Foi monge antes de se tornar bispo de Paris em 555. Viveu numa época de guerras civis entre os reis francos, mas nunca se calou perante a injustiça — repreendeu reis, defendeu os pobres, comprou escravos com o dinheiro da diocese para os libertar, e fundou hospitais para os doentes que ninguém queria tocar.

Conta-se que o seu nome de “Germano, o Compaixão” se espalhou pelo reino. Os reis temiam-no porque ele dizia a verdade; os pobres amavam-no porque ele tratava-os com dignidade.

Curiosidades

  • Foi conselheiro de três reis francos — e a todos repreendeu quando foi preciso.
  • A famosa abadia de Saint-Germain-des-Prés, em Paris, é o seu túmulo desde 576.
  • Diz-se que chorava quando tinha de excomungar alguém — porque não suportava a ideia de uma alma longe de Deus.

Mensagem para hoje

Germano ensina-nos que a fé não pode separar-se da justiça. Não basta rezar bem se não defendemos quem é pisado. Hoje, à nossa escala, talvez possamos perguntar-nos: quem, à minha volta, está a ser “escravizado” por algo (vício, dívida, solidão, exploração) — e o que posso eu fazer?

Oração a São Germano

São Germano de Paris,
pastor corajoso e amigo dos pobres,
ensina-me a defender quem não tem voz,
a amar quem o mundo despreza,
a usar o pouco que tenho
para aliviar o muito que falta a outros.

Por Cristo, nosso Senhor. Amém.


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Lidl devolve o IVA em 63 bens: cabaz de 154€ até 7 de junho

O Lidl abriu esta semana uma campanha que devolve o valor do IVA em 63 produtos essenciais e que pode aliviar muito o orçamento mensal das famílias portuguesas. O cabaz fica em 154 euros e o desconto aplica-se de forma automática a quem usa a App Lidl Plus.

A promoção arrancou a 25 de maio e prolonga-se até 7 de junho de 2026. Em duas semanas, o cliente pode encher o frigorífico com fruta, peixe, carne, ovos, leite, arroz, esparguete, feijão, azeite e ainda receber de volta o valor do imposto.

Para quem faz contas ao cêntimo, esta é uma das maiores poupanças do ano num supermercado em Portugal.

O que é a campanha Lidl IVA zero

A cadeia alemã escolheu 63 bens essenciais e devolve o equivalente ao IVA pago em cada um deles. O reembolso surge em cupão na App Lidl Plus depois da compra e pode ser usado na visita seguinte.

Não há limite por agregado: cada cliente recebe o desconto sempre que repete a lista durante o período da campanha.

Quem pode aproveitar o desconto

O único requisito é ter a aplicação Lidl Plus instalada no telemóvel e fazer scan do código na caixa. Quem nunca usou a app pode registar-se em poucos minutos, sem custos e sem cartão.

Famílias monoparentais, reformados com pensão mínima e jovens trabalhadores com salários até aos mil euros são quem mais ganha com esta poupança extra.

Quais os 63 produtos do cabaz

O cabaz tenta cobrir uma compra familiar típica em Portugal. Estão incluídas categorias de talho, peixaria, mercearia, laticínios, padaria, fruta e legumes.

Entre os artigos com IVA zero estão:

  • Dourada e pescada fresca
  • Lombinhos de frango e costeletas do lombo de porco
  • Ovos da classe M
  • Arroz, esparguete, feijão e farinha
  • Azeite virgem extra, açúcar e sal grosso
  • Leite meio-gordo e queijo flamengo
  • Laranjas, maçãs e legumes da época

Segundo o Lidl, o conjunto chega para preparar entre 11 e 12 refeições principais por semana, suficiente para um agregado de três pessoas durante 14 dias.

Quanto se poupa em duas semanas

O cabaz custa 154 euros à saída da caixa. O IVA devolvido ronda os 9 euros por compra, segundo cálculo a partir da taxa intermédia e reduzida dos bens incluídos.

Quem usar a campanha em duas vagas — uma agora, outra antes de 7 de junho — pode recuperar até 18 euros só em IVA, sem trocar a marca habitual nem o supermercado da esquina.

Como ativar a App Lidl Plus passo a passo

O processo demora menos de cinco minutos:

  1. Descarregue a App Lidl Plus na App Store ou Google Play
  2. Crie conta com o email pessoal e defina uma palavra-passe
  3. Valide o código por SMS enviado ao telemóvel
  4. Permita o acesso aos cupões automáticos
  5. Na caixa, mostre o código de barras antes de pagar

O desconto IVA zero aparece minutos depois no separador “Cupões da minha conta”.

Porque é que o Lidl lança o IVA zero agora

O cabaz alimentar voltou a descer ligeiramente em maio, mas continua mais caro do que há um ano. Os preços do peixe subiram 13% e a carne avançou 6% desde janeiro, segundo dados da DECO PROTeste.

Com salários ainda em recuperação e a Euribor a pressionar quem tem casa em crédito, o IVA zero do Lidl entra como travão imediato à conta do supermercado.

O grupo afirma estar há 22 meses consecutivos a liderar em preço no retalho alimentar e quer manter essa posição até ao verão.

Avisos para não perder o desconto

O IVA zero só se aplica aos produtos exatos da lista. Trocar a marca branca por outra similar invalida o cupão. Convém também levar a App Lidl Plus aberta antes de chegar à caixa para evitar atrasos.

Atenção ainda às quantidades: o desconto está pensado para uma compra familiar normal e exclui aquisições em volumes claramente comerciais.

Aproveite a campanha enquanto dura. A 7 de junho, o IVA volta a entrar no talão e o cabaz pode ficar mais pesado para quem deixou para a última hora.

Fonte oficial: Lidl Portugal e Hipersuper.

App gov.pt: atestado médico e Passe Ferroviário no telemóvel

A app gov.pt recebeu uma das maiores atualizações do ano. A partir do final de maio de 2026, dois documentos que estavam fechados no papel passam a aparecer no telemóvel: o atestado médico de incapacidade multiusos e o Passe Ferroviário Verde.

A novidade foi anunciada pelo Ministério das Infraestruturas e Habitação e confirmada pela Agência para a Modernização Administrativa. O objetivo é simples: tirar do bolso o cartão de cidadão, a carta e, agora, dois dos comprovativos mais pedidos em Portugal.

Quem usa transportes públicos a longo curso ou precisa de provar grau de incapacidade em repartições, finanças, escolas ou no trabalho ganha minutos preciosos. E poupa o cansaço das fotocópias.

O que entra na app gov.pt já esta semana

O Governo prometeu ter os dois documentos disponíveis até ao fim de maio. A meta foi traçada a 12 de maio em comunicado oficial e mantém-se firme à data do anúncio.

Quem já tem a aplicação instalada não precisa de fazer nada de especial. Basta atualizar a app gov.pt na Play Store ou na App Store assim que a versão nova for libertada e voltar a entrar com a Chave Móvel Digital.

Atestado médico de incapacidade multiusos: para que serve

O atestado multiusos certifica o grau de incapacidade de uma pessoa depois de avaliação médica. É pedido para muita coisa do dia a dia:

  • Pedir o complemento por dependência na Segurança Social.
  • Aceder a benefícios fiscais no IRS.
  • Pedir isenção de IUC e ISV em viatura adaptada.
  • Ter prioridade em transportes públicos e estacionamento.
  • Garantir direitos no trabalho e na escola.

Até agora, o documento andava em papel dentro de uma capa. Bastava perdê-lo para reiniciar todo o caminho na junta médica. Com a app gov.pt, o atestado fica guardado no telemóvel, sempre acessível, e pode ser mostrado em qualquer balcão.

Passe Ferroviário Verde: o que cobre

O Passe Ferroviário Verde nasceu dentro do pacote da Mobilidade Verde. Permite viajar por valor mensal reduzido nos comboios da CP — intercidades, regionais, inter-regionais e urbanos de Lisboa, Porto e Coimbra.

É um passe pensado para quem se move muito entre cidades sem querer o carro a comer combustível. Estudantes em deslocação, trabalhadores em teletrabalho parcial e reformados que viajam para visitar família estão entre os grandes utilizadores.

Com a chegada à app gov.pt, deixa de ser preciso andar com o cartão físico. O revisor passa a poder validar o passe diretamente no ecrã do telemóvel.

Como aceder aos documentos na app gov.pt

O processo é parecido com o que já funciona para o cartão de cidadão digital. Estes são os passos previstos:

  1. Abrir a aplicação gov.pt no telemóvel.
  2. Entrar com a Chave Móvel Digital ou autenticação biométrica.
  3. Tocar em “Os meus documentos”.
  4. Selecionar o atestado multiusos ou o Passe Ferroviário Verde.
  5. Mostrar o QR code ou os dados ao balcão ou ao revisor.

Quem ainda não tem Chave Móvel Digital pode ativá-la em qualquer Espaço Cidadão ou online através do portal da Autenticação.gov. Sem ela, não há acesso aos documentos digitais.

Vantagens práticas para o dia a dia

O salto é maior do que parece. Estes são os ganhos imediatos para quem usa a app gov.pt:

  • Menos papelada na carteira e menos fotocópias.
  • Documentos sempre atualizados — se houver renovação, aparece logo.
  • Validação rápida em estações de comboio e em qualquer serviço público.
  • Maior privacidade: só se mostra o que é estritamente preciso.
  • Acesso offline pontual para os casos em que a rede falha.

A poupança de tempo é evidente para quem trata com balcões da Segurança Social, Finanças ou centros de saúde. Em vez de procurar a pasta de plásticos, basta desbloquear o telemóvel.

Próximos documentos prometidos pelo Governo

O plano da Agência para a Modernização Administrativa é encher a app gov.pt ao longo de 2026. Há mais documentos na fila para entrar no telemóvel:

  • Cartão Europeu de Seguro de Doença.
  • Comprovativos de pensão da Segurança Social.
  • Declaração de IRS automática.
  • Comprovativos académicos do ensino superior.

Cada novo documento depende do Ministério que o tutela. O ritmo previsto é de uma novidade a cada dois meses, sempre que os sistemas conversam entre si sem falhas.

O que fazer agora

O melhor é não esperar pelo dia em que precisa do atestado a correr para uma junta médica. Vale a pena instalar já a app gov.pt, ativar a Chave Móvel Digital e confirmar que os dados estão certos.

Quando a atualização chegar, os documentos aparecem sozinhos. Quem deixa para depois acaba quase sempre a tratar de tudo em cima da hora, no balcão errado e à pressa. A modernização administrativa avança devagar, mas avança — e desta vez chega ao bolso dos portugueses sem custos extra.

Fonte oficial: Portal do Governo e digital.gov.pt.

Peixes Hoje, 28 de Maio de 2026: Quinta Antes da Lua Cheia

A previsão de Peixes para 28 de maio de 2026 chega na quinta da semana que caminha para a Lua Cheia em Sagitário no domingo 31/05. Sol e Mercúrio em Gêmeos na 4ª voltam o olhar para o lar. Vênus em Câncer na 5ª segue acendendo romance.

Saúde

Pés pedem cuidado contínuo. Marte em Touro na 3ª aciona comunicação. Ambiente de casa afeta seu corpo.

Amor

Vênus na 5ª acende romance. Planejar algo concreto juntos aprofunda vínculo. Solteiros podem se interessar por alguém com sentido forte de família.

Profissional

Home office, ajustes no espaço de trabalho doméstico. Saturno em Áries cobra maturidade financeira.

Espiritualidade

Conecte-se com suas raízes. Olhe fotos antigas, fale com familiares queridos, escreva sobre sua história.

Dinheiro

Investimentos em moradia favorecidos a médio prazo. Hoje, planeje. Decisões grandes merecem mais dias.

Ritual da Semana

Escolha um cômodo “esquecido”. Organize, doe o que não serve, limpe. Ao terminar, acenda vela azul-clara no centro.

Conclusão

Este 28 de maio de 2026 te pede atenção aos sinais da semana. A astrologia é uma ferramenta de autoconhecimento — use as energias do dia para escolhas mais alinhadas.

Veja a previsão dos outros signos para hoje

Confira também o horóscopo de 28 de maio de 2026 para os demais signos do zodíaco:

  • Áries — Sol e Mercúrio na 3ª aceleram comunicação.
  • Touro — Sol e Mercúrio na 2ª acendem renda.
  • Gêmeos — temporada anual brilhando.
  • Câncer — Vênus em domicílio dá magnetismo.
  • Leão — Sol na 11ª acende amizades.
  • Virgem — Sol no topo brilha em carreira.
  • Libra — Sol na 9ª expande horizontes.
  • Escorpião — Sol na 8ª aprofunda tudo.
  • Sagitário — Lua Cheia no signo se aproxima.
  • Capricórnio — Sol na 6ª organiza rotina.
  • Aquário — Sol na 5ª acende criatividade.